Não podia deixar de falar num amigo muito especial que a partir do primeiro dia em que foi á Casa da Lina, nunca mais deixou de lá ir, dando a sua colaboração a nível musical.
Quem não se lembra do "armadilhas"?
Quem não se lembra do Miguel?
Armadilhas porquê perguntarão alguns.
Outros saberão porquê.
Mas para que não reste dúvidas eu passo a explicar.
O Miguel gostava de acompanhar os músicos, fosse em que género de música fosse, mas com principal destaque para a Música Brasileira e em especial a Bossa Nova.
Então o Miguel aparecia na Casa da Lina com as suas "ferramentas de trabalho", mas não tinha bateria.
Assim sendo, resolvemos improvisar uma bateria feita com umas caixas, uma pandeireta e outras coisas e ali estava o Miguel a tocar.
Resolvemos dizer que aquilo eram as armadilhas do Miguel e assim o nosso amigo ficou conhecido pelo Armadilhas.
O "Velho" Miguel, e não tenho problemas em tratá-lo assim, não porque o Miguel era mais velho do que nós mas sim pelo carinho que todos sentíamos em relação a ele.
Como dizia o "velho" Miguel foi pessoa que nunca deixou de ir á Casa da LIna e manteve-se sempre a meu lado até ao final daquele espaço.
A amizade que nos uniu não parou nessa altura e tem sido mantido ao longo dos anos.
Chegámos a estar juntos algumas vezes e ainda hoje nos mantemos em contacto telefónico de vez em quando.
O Miguel com a sua maneira de ser muito especial, tratava-me por Peter, ainda hoje quando falamos é assim que ele me trata.
Obrigado Miguel pela amizade que nos dedicou, tanto a mim como á minha irmã, bem como a todos os outros e ao mesmo tempo muito obrigado por me ter dado a possibilidade de ser seu amigo.
Este espaço é dedicado a todos aqueles que passaram pela Casa da Lina. Gerência, familiares e amigos, colaboradoes, músicos e clientes todos contribuiram para que a "CASA DA LINA" fosse um dos bares mais badalados da noite em Lisboa.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
COLABORADOR / AMIGO
Quando pensámos ficar com a Casa da Lina, ao falarmos com a então proprietária, ela perguntou se estaríamos interessados em que um colaborador que ela tinha, continuasse a trabalhar lá.
Como para nós ia ser uma experiência nova, nunca tendo trabalhado neste ramo de actividade, resolvemos aceitar a sugestão uma vez que ele nos poderia ser de grande utilidade para já porque conhecia os cantos á casa e depois porque nos poderia dar umas luzes de como funcionar.
Fomos apresentados e a pessoa em questão (Manuel Machado), ficou realmente a trabalhar na Casa da Lina, passando a colaborar ás terças-feiras noite destinada inicialmente ao Fado Vadio e ás sextas, sábados e noites de véspera de feriado, pois se previam ser os dias de maior movimento.
O Manel Machado como era tratado por todos foi o nosso professor e foi quem nos ajudou a fazer a casa.
Entre todos nós bem como com os músicos e com a maioria dos clientes foi criado um ambiente familiar que levou a Casa da Lina a ser um dos locais mais falados da noite de Lisboa a nível de bares com música ao vivo.
Aproveito para recordar que esta relação de amizade se alastrou aos proprietários e músicos das outras casa do género, que depois de encerrarem iam para a Casa da Lina acabar a noite.
Recordo o Oliveira da Chafarica, nosso vizinho do lado, o Zé do Pé Sujo e da Bruxa, o Hugo da Clave de Tó (que infelizmente já faleceu), recordo também o Moisés que trabalhava na Clave de Tó e o pessoal das Noites de Luar que por lá apareciam aos fins de semana.
Com o Manel Machado tive a possibilidade de estar em contacto com ele pela net e mais recentemente no dia 24 de Julho, dia do meu aniversário fez o favor de estar presente numa pequena reunião de ultima hora na Chafarica. Obrigado Manel.
Como para nós ia ser uma experiência nova, nunca tendo trabalhado neste ramo de actividade, resolvemos aceitar a sugestão uma vez que ele nos poderia ser de grande utilidade para já porque conhecia os cantos á casa e depois porque nos poderia dar umas luzes de como funcionar.
Fomos apresentados e a pessoa em questão (Manuel Machado), ficou realmente a trabalhar na Casa da Lina, passando a colaborar ás terças-feiras noite destinada inicialmente ao Fado Vadio e ás sextas, sábados e noites de véspera de feriado, pois se previam ser os dias de maior movimento.
O Manel Machado como era tratado por todos foi o nosso professor e foi quem nos ajudou a fazer a casa.
Entre todos nós bem como com os músicos e com a maioria dos clientes foi criado um ambiente familiar que levou a Casa da Lina a ser um dos locais mais falados da noite de Lisboa a nível de bares com música ao vivo.
Aproveito para recordar que esta relação de amizade se alastrou aos proprietários e músicos das outras casa do género, que depois de encerrarem iam para a Casa da Lina acabar a noite.
Recordo o Oliveira da Chafarica, nosso vizinho do lado, o Zé do Pé Sujo e da Bruxa, o Hugo da Clave de Tó (que infelizmente já faleceu), recordo também o Moisés que trabalhava na Clave de Tó e o pessoal das Noites de Luar que por lá apareciam aos fins de semana.
Com o Manel Machado tive a possibilidade de estar em contacto com ele pela net e mais recentemente no dia 24 de Julho, dia do meu aniversário fez o favor de estar presente numa pequena reunião de ultima hora na Chafarica. Obrigado Manel.
O APOIO DOS AMIGOS - ABEL
Pois é, mais um amigo que irei lembrar agora. o Abel.
Também ele morador na zona da Casa da Lina, passou a ser cliente assíduo e rapidamente adquiriu o estatuto de amigo.
O Abel, a quem quase todos chamavam de "Rui Veloso" dadas as parecenças com o músico que todos conhecemos, começou também a dar uma ajuda quando era necessário.
Se nos casos atrás referidos, por exemplo a Fátima e a Mª João, ajudavam a minha irmã no balcão e na cozinha, já o Pedro Tomé, o Abílio e neste caso o Abel davam uma ajuda no serviço ás mesas e quando necessário ao balcão.
Assim com esta entreajuda era possível dar algum descanso a todos, permitindo que o serviço aos clientes não fosse prejudicado.
A Abel foi uma das poucas pessoas que por acaso encontrei á relativamente pouco tempo.
Também ele morador na zona da Casa da Lina, passou a ser cliente assíduo e rapidamente adquiriu o estatuto de amigo.
O Abel, a quem quase todos chamavam de "Rui Veloso" dadas as parecenças com o músico que todos conhecemos, começou também a dar uma ajuda quando era necessário.
Se nos casos atrás referidos, por exemplo a Fátima e a Mª João, ajudavam a minha irmã no balcão e na cozinha, já o Pedro Tomé, o Abílio e neste caso o Abel davam uma ajuda no serviço ás mesas e quando necessário ao balcão.
Assim com esta entreajuda era possível dar algum descanso a todos, permitindo que o serviço aos clientes não fosse prejudicado.
A Abel foi uma das poucas pessoas que por acaso encontrei á relativamente pouco tempo.
O APOIO DOS AMIGOS - ABÍLIO
Como aqui já foi dito, alguns dos amigos que ajudavam diariamente no funcionamento da Casa da Lina, foram clientes que passaram a amigos rapidamente.
De entre os clientes que começaram a aparecer na Casa da Lina, cabe agora a vez de falar de dois irmãos gémeos que como moravam perto e gostaram do ambiente, passaram a clientes normais e logo de seguida a amigos da casa.
Estou a falar do Abílio e do Acácio.
Com ambos se estabeleceu uma relação de amizade levando o Abílio a começar a colaborar e ajudar no que era necessário.
Como na Casa da Lina se efectuaram algumas festas e outros eventos, dos quais se faziam normalmente reportagens fotográficas, era o Abílio que tratava da revelação das fotografias.
Quem não se lembra dos gémeos devidamente mascarados nas festas de Carnaval?
De entre os clientes que começaram a aparecer na Casa da Lina, cabe agora a vez de falar de dois irmãos gémeos que como moravam perto e gostaram do ambiente, passaram a clientes normais e logo de seguida a amigos da casa.
Estou a falar do Abílio e do Acácio.
Com ambos se estabeleceu uma relação de amizade levando o Abílio a começar a colaborar e ajudar no que era necessário.
Como na Casa da Lina se efectuaram algumas festas e outros eventos, dos quais se faziam normalmente reportagens fotográficas, era o Abílio que tratava da revelação das fotografias.
Quem não se lembra dos gémeos devidamente mascarados nas festas de Carnaval?
domingo, 1 de agosto de 2010
O APOIO DOS AMIGOS - Mª JOÃO

Depois da abertura da Casa da Lina e como seria de esperar, nos primeiros dias direi mesmo semanas, poucos clientes apareciam chegando a comentar com a minha irmã que era muito chato os músicos estarema a tocar só para nós.
Aos poucos começaram a aparecer clientes e entre estes clientes, verificámos que aparecia uma moça acompanhada por um rapaz que diáriamente iam á Casa da Lina beber qualquer coisa como se fossem a um normal café.
Passado alhum tempo o rapaz deixou de aparecer e a moça continuava a ir ou sózinha ou com amigas. Como começámos a ter alguma confiança fomos falndo e do conhecimento se passou a uma amizade que foi durando até ao final da Casa da Lina.
A moça de quem estou a falar era a Maria João.
Ao fim de algum tempo e como o movimento na Casa da Lina, felizmente foi aumentando, a Maria João começou a dar uma ajuda no que era preciso.
Era mais uma amiga que ajudava para que tudo corresse pelo melhor.
O APOIO DOS AMIGOS - FÁTIMA

A Fátima, minha amiga e da minha irmã já antes da Casa da Lina, é uma amiga muito especial.
Não irá ser através deste blog que ela irá saber que a considero assim, porque tenho a certeza de que já o sabe faz muito tempo.
Partilhámos muitas situações. Umas boas, outras menos boas mas a nossa amizade foi sempre intocável.
Durante o período da Casa da Lina esteve sempre ao nosso lado, colaborando em tudo aquilo que era necessário.
Também a Fátima era e ainda é funcionária da Câmara Municipal de Lisboa e foi através dela que conheci o Pedro Tomé.
Depois da Casa da Lina ter fechado já tivemos a oportunidade de estarmos juntos várias vezes, não tantas quantas seriam de desejar.
Estou certo de que no pensamento da Fátima estarei presente muitas vezes, assim como ela está presente no meu pensamento também.
A nossa amizade será para sempre independentemente de estarmos mais ou menos próximos
O APOIO DOS AMIGOS - PEDRO TOMÉ

Conheci o Pedro Tomé através de uma amiga comum que também irá aparecer aqui neste capítulo.
Este era um dos amigos anteriores á Casa da Lina e que durante este período esteve sempre a meu lado.
Mais novo do que eu, era uma pessoa bastante divertida como se devem lembrar todos aqueles que pela Casa da Lina passaram.
Na altura o Pedro Tomé trabalhava na Câmara Municipal de Lisboa, onde penso que hoje ainda estará, apesar de neste momento ter um estatuto diferente porque hoje é o Senhor Engenheiro Pedro Tomé.
Não nos encontramos faz já bastante tempo, não porque algo tenha acontecido á nossa amizade, mas sim pelo facto de as nossas vidas terem sofrido alterações quer a nível profissional, quer a nível de residência.
No entanto continuamos de alguma forma a estar em contacto via NET, por exemplo através do Facebook, onde trocamos algumas mensagens e onde a Casa da Lina tem um pequeno espaço.
Quem sabe um dia destes não iremos poder dar aquele abraço
O APOIO DOS AMIGOS
Felizmente que ao longo da nossa vida vamos encontrando vários amigos.
De todos aqueles que encontramos há sempre uns que nos provam, nas alturas em que precisamos de ajuda, que o são de verdade.
Na altura em que abrimos a Casa da Lina alguns dos amigos que tinha, bem como outros que passaram a ser nessa altura, deram a sua ajuda sempre que era necessário.
Neste capítulo "o apoio dos amigos", irei falar de todas essas pessoas que estiveram a meu lado durante os anos em que a Casa da Lina esteve aberta.
A ordem pela qual irão aparecendo não é importante porque todos eles colaboraram da mesma forma e a todos eles eu presto aqui uma vez mais os meus mais sinceros agradecimentos.
Espero não me esquecer de ninguém.
Obrigado a todos vocês
De todos aqueles que encontramos há sempre uns que nos provam, nas alturas em que precisamos de ajuda, que o são de verdade.
Na altura em que abrimos a Casa da Lina alguns dos amigos que tinha, bem como outros que passaram a ser nessa altura, deram a sua ajuda sempre que era necessário.
Neste capítulo "o apoio dos amigos", irei falar de todas essas pessoas que estiveram a meu lado durante os anos em que a Casa da Lina esteve aberta.
A ordem pela qual irão aparecendo não é importante porque todos eles colaboraram da mesma forma e a todos eles eu presto aqui uma vez mais os meus mais sinceros agradecimentos.
Espero não me esquecer de ninguém.
Obrigado a todos vocês
domingo, 25 de julho de 2010
O APOIO DA FAMÍLIA

Não posso nem quero deixar de manifestar aqui o apoio muito importante dado por uma pessoa não menos importante para mim, a Eugénia Pampulim.
A Eugénia que é minha irmã deu-me um enorme apoio, quer no trabalho diário na casa da Lina como inclusivamente em todo o trabalho que era preciso desenvolver fora das horas de funcionamento do bar.
Aqui vai mais uma RECORDAÇÃO.
Em determinada altura, entre os clientes da Casa da Lina havia uma dúvida.
Qual era o grau de parentesco da Eugénia comigo e com o Manel Zé?
Uns diziam que era minha mulher, outros diziam que era irmã do Manel Zé etc...etc...etc...
E tudo isto porquê?
Porque a Eugénia não arredava pé do balcão, sempre pronta a ajudar no que fosse necessário e sempre alerta com tudo o que se passava á sua volta
Penso que entretanto tudo ficou esclarecido, ao ponto de termos sentido a necessiadade de, aproveitando a realização de um dos Ralye Paper que se organizaram termos precisamente incluído essa pergunta no questionário da prova
Que grau de parentesco existe entre a Eugénia e os elementos da gerência?
As respostas foram as mais diversas e cómicas.
Na foto podem ver a Eugénia da altura, bem diferente do que é hoje, porque os anos aumentaram, mas os quilos diminuiram.
Obrigado maninha
Beijinhos
A GERÊNCIA DA CASA DA LINA

Conforme anteriormente disse a gerência da Casa da Lina era composta por Pedro Pampulim e Manel Zé Pampolim.
Para além de primos, tinhamos trabalhado durante alguns anos numa grande multinacional americana do ramo automóvel em Lisboa, chamada General Motors de Portugal Ldª.
Eu já com 21 anos de empresa e o Manel Zé com menos, aproveitámos o facto da GM estar a dispensar pessoal para negociar a nossa saída da empresa, tendo já em vista
a abertura da Casa da Lina.
A Casa da Lina já existia na altura na noite de Lisboa mas com características diferentes, dedicando-se mais concretamente ao fado vadio.
Tendo saído da GM em finais de Agosto de 1989, abrinos a Casa da Lina nos primeiros dias de Setembro do mesmo ano.
Na foto podem ver, á esquerda o Pedro e á direita o Manel Zé
A MASCOTE

ZÉ PUNK
Hoje quero aqui recordar a mascote da Casa da Lina
Já não me recordo como nasceu a ideia de se adoptar
este peluche como mascote da Casa da Lina.
Era um simples peluche tirado numa daquelas máquinas
de bonecos que estavam muito na moda na altura.
Como a fotografia documenta, o ZÉ PUNK (nome escolhido
na altura) estava sempre presente no palco, em cima do
móvel onde se encontrava a aparelhagem de som e por lá
ficou até aos últimos da Casa da Lina
RECORDAÇÕES

Ao criar o Blog da "Casa da Lina" é minha intenção criar um espaço onde eu e todos aqueles que como clientes e/ou amigos, passaram pela "Casa da Lina" possam deixar RECORDAÇÕES e dizer tudo aquilo que acharem por bem sobre aquele espaço.
A "Casa da Lina" com a gerência de Pedro Pampulim e de Manel Zé Pampolim, nasceu nos primeiros dias do mês de Setembro de 1989.
Situada na Calçada de São Vicente em Lisboa (Alfama) a "Casa da Lina" era um bar que tinha música ao vivo todos os dias e que funcionava com o seguinte horário:
De domingo a quinta feira das 22 horas ás 02 horas
Ás sextas e sábados das 22 horas ás 04 horas
Desde a música Portuguesa (incluindo o fado), á música dos anos 60, passando pela música Brasileira, música Francesa, música Africana e outros géneros, a "Casa da Lina" dava a possibilidade aos seus clientes e amigos de passarem momentos agradáveis num ambiente quase familiar que se foi criando ao longo dos tempos.
Este ambiente só foi possível graças á contribuição de todos os que por lá passaram.
Desde os elementos da gerência, familiares e amigos que colaboravam, aos funcionários e os próprios clientes, todos foram importantes para que este espaço de divertimento nocturno, se transformasse na altura num dos espaços mais falados e conhecidos em Lisboa.
Do arquivo de fotografias que guardo religiosamente em meu poder, irei aos poucos publicando algumas procurando sempre identificar o que elas representam.
Não posso prometer que o Blog da Casa da Lina vá ter da minha parte uma actualização diária, no entanto prometo que dentro das minhas possibilidades, irei acrescentando sempre RECORDAÇÕES ou noticias.
Faço um apelo a todos os amigos, ex-clientes funcionários ou músicos que por lá passaram que dêem a sua colaboração no sentido de que a memória da Casa da Lina não se perca no tempo.
Para poderem entrar em contacto comigo e para enviarem fotos, noticias, recordações e outros, podem utilizar o meu endereço electrónico e que é:
pedro_pampulim@hotmail.com
A "Casa da Lina" com a gerência de Pedro Pampulim e de Manel Zé Pampolim, nasceu nos primeiros dias do mês de Setembro de 1989.
Situada na Calçada de São Vicente em Lisboa (Alfama) a "Casa da Lina" era um bar que tinha música ao vivo todos os dias e que funcionava com o seguinte horário:
De domingo a quinta feira das 22 horas ás 02 horas
Ás sextas e sábados das 22 horas ás 04 horas
Desde a música Portuguesa (incluindo o fado), á música dos anos 60, passando pela música Brasileira, música Francesa, música Africana e outros géneros, a "Casa da Lina" dava a possibilidade aos seus clientes e amigos de passarem momentos agradáveis num ambiente quase familiar que se foi criando ao longo dos tempos.
Este ambiente só foi possível graças á contribuição de todos os que por lá passaram.
Desde os elementos da gerência, familiares e amigos que colaboravam, aos funcionários e os próprios clientes, todos foram importantes para que este espaço de divertimento nocturno, se transformasse na altura num dos espaços mais falados e conhecidos em Lisboa.
Do arquivo de fotografias que guardo religiosamente em meu poder, irei aos poucos publicando algumas procurando sempre identificar o que elas representam.
Não posso prometer que o Blog da Casa da Lina vá ter da minha parte uma actualização diária, no entanto prometo que dentro das minhas possibilidades, irei acrescentando sempre RECORDAÇÕES ou noticias.
Faço um apelo a todos os amigos, ex-clientes funcionários ou músicos que por lá passaram que dêem a sua colaboração no sentido de que a memória da Casa da Lina não se perca no tempo.
Para poderem entrar em contacto comigo e para enviarem fotos, noticias, recordações e outros, podem utilizar o meu endereço electrónico e que é:
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